A marquise do Aeroporto Regional de Cachoeiro de Itapemirim desabou na tarde de 25 de outubro, no Sul do Espírito Santo. Ninguém ficou ferido, segundo as informações divulgadas sobre o caso.
O acidente ocorreu seis meses após a entrega da reforma do terminal, inaugurado em 1º de abril de 2026. A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade, administra o aeroporto.
A queda aconteceu na área externa do terminal, em um domingo de chuva. A prefeitura informou que ainda não havia identificado a causa do desabamento.
O caso envolve a segurança da estrutura, a apuração técnica e o futuro de um aeroporto que ainda não recebe voos comerciais regulares. A reforma e os planos anunciados para o terminal também fazem parte do contexto.
Desabamento ocorreu durante chuva e causa segue sob apuração
Um vídeo publicado nas redes sociais registrou a queda da marquise do aeroporto de Cachoeiro, na área externa do terminal. O impacto também quebrou uma porta de vidro, segundo as informações divulgadas sobre o caso.
Funcionários fizeram a limpeza do local em 26 de outubro. As imagens do desabamento circularam nas redes sociais após o acidente.
A Prefeitura informou que uma equipe técnica avaliaria as condições de chuva e vento para verificar se o tempo ajuda a explicar a queda. Uma equipe do governo estadual também deveria vistoriar o terminal, mas ainda não havia laudo oficial sobre a causa.
Reparo da marquise integra os desafios após reforma de R$ 76 milhões
A empresa responsável pela obra deverá reparar o trecho danificado sem custo adicional para a prefeitura. O nome da empreiteira não foi divulgado nas informações disponíveis.
Não havia prazo oficial para a conclusão do conserto, mas a administração municipal esperava que o serviço ficasse pronto até novembro de 2026. A estimativa foi apresentada enquanto a causa do desabamento ainda aguardava apuração técnica.
A reforma do aeroporto recebeu R$ 76 milhões e durou mais de um ano. Entre as melhorias informadas estão capacidade para receber até nove aeronaves ao mesmo tempo, pista de 1.200 metros e iluminação para operações noturnas.
Aeroporto segue sem voos regulares e tem plano para importação de aeronaves
Depois da modernização, atrair companhias aéreas passou a ser um dos desafios do terminal, conforme as informações divulgadas sobre o aeroporto. A operação de linhas regulares ainda não havia começado no período relatado.
O governo pretende transformar o aeroporto em um polo estratégico para importação e nacionalização de aeronaves, com a expectativa de atrair investimentos para Cachoeiro de Itapemirim. Nacionalizar um avião significa regularizar no Brasil uma aeronave comprada no exterior.
As informações disponíveis não detalhavam prazos para essa iniciativa nem apontavam empresas interessadas no projeto. A proposta, portanto, aparece como um plano para o terminal, sem indicação de quando poderá ser implementada.


